Num bar decomposto e nublado situado na alma nocturna do nariz nacional, ficou deslumbrado um vulto de camisola branca que acompanhava outro vestido de preto. Deslumbrado ficou pelo olhar cor-de-mel, suplicante e espontâneo, de uma prisioneira de cabelos compridos e radiosamente lúgubres.
Umas mensagens escritas num exaustivo Blackberry e instintivamente animalesco e racional, ficou talhado explorar uma odisseia mútua. Sem cessar, viajaram o vulto de camisola branca e a prisioneira separadamente juntos durante vinte e oito dias e serão mais uns e outros. Dias tempestuosos virão, mas com a tempestade vem a bonança.
Silvas irão cegar olhos e tesouras afiadas irão cortar. Felizmente, o cabelo cresce, as lágrimas escorrem e com isso, voltará a ver-se tudo.