Unha, a unha. Cutícula, a cutícula.
Roídas.
Dor. Sangue. Dor.
Ainda assim, arrancamo-las.
Pequenas coisas da Vida que nunca assimilamos.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Tempos idos do Secundário.
TEMA LIVRE
Deambulo pelo mundo das letras, à busca de um assunto para uma produção condenável de tema livre, com o desejo incandescente de encontrar algo que seja vibrante e magnético, tanto para mim como para si, com prazo de entrega. Mas não encontro nada de especial.
Surdez, sonhos, pepinos (sugestão de uma mãe amante da frescura destes alongados legumes), ópera e teatro, problemas dos jovens da atualidade, o novo acordo ortográfico, etc. Foram os temas que me vieram à cabeça , mas nenhum deles me seduziu. São tão enfadonhos.
Começo a redigir acerca de bagatelas e não consigo completar por ser tão ordinário. Enervo-me um pouco, constantemente a premir o botão "delete" do teclado cada vez que escrevo uma palavra.
As semanas transformam-se em dias. Os dias transformam-se em horas. O tempo passa aceleradamente e ainda não fiz nada. Chego à véspera do prazo com nada. Desespero.
Começo a suplicar a todos os livros, que se encontram sossegados e sensatamente organizados na estante branca e quadrada do IKEA, no meu quarto, para que me dêem uma luz. E nada... absolutamente nada!
Frustrada, deito-me na minha cama (também do IKEA), pego no meu portátil e pouso-o no meu colo. Começo a escrever "Tema Livre" em letras maiúsculas e a negrito, com tamanho 20. Olho para cada letra destacada no monitor. Sorrio.
"Tema Livre" agrada-me vagarosamente e o meu sorriso fica cada vez maior diante das palavras, umas seguidas de outras, no monitor. Dactilografo de maneira veloz, com os vocábulos a fazerem corrida na minha cabeça. Sinto-me mais satisfeita. Chego a este parágrafo com um sorriso triunfante de uma árdua luta.
Uma produção que me dá prazer. Simples, com sal e pimenta q.b., a meu gosto. Pode detestar ou não, está ao seu critério.
Porém, sinto-me vitoriosa! Trezentas palavras certinhas, nem mais nem menos!
Deambulo pelo mundo das letras, à busca de um assunto para uma produção condenável de tema livre, com o desejo incandescente de encontrar algo que seja vibrante e magnético, tanto para mim como para si, com prazo de entrega. Mas não encontro nada de especial.
Surdez, sonhos, pepinos (sugestão de uma mãe amante da frescura destes alongados legumes), ópera e teatro, problemas dos jovens da atualidade, o novo acordo ortográfico, etc. Foram os temas que me vieram à cabeça , mas nenhum deles me seduziu. São tão enfadonhos.
Começo a redigir acerca de bagatelas e não consigo completar por ser tão ordinário. Enervo-me um pouco, constantemente a premir o botão "delete" do teclado cada vez que escrevo uma palavra.
As semanas transformam-se em dias. Os dias transformam-se em horas. O tempo passa aceleradamente e ainda não fiz nada. Chego à véspera do prazo com nada. Desespero.
Começo a suplicar a todos os livros, que se encontram sossegados e sensatamente organizados na estante branca e quadrada do IKEA, no meu quarto, para que me dêem uma luz. E nada... absolutamente nada!
Frustrada, deito-me na minha cama (também do IKEA), pego no meu portátil e pouso-o no meu colo. Começo a escrever "Tema Livre" em letras maiúsculas e a negrito, com tamanho 20. Olho para cada letra destacada no monitor. Sorrio.
"Tema Livre" agrada-me vagarosamente e o meu sorriso fica cada vez maior diante das palavras, umas seguidas de outras, no monitor. Dactilografo de maneira veloz, com os vocábulos a fazerem corrida na minha cabeça. Sinto-me mais satisfeita. Chego a este parágrafo com um sorriso triunfante de uma árdua luta.
Uma produção que me dá prazer. Simples, com sal e pimenta q.b., a meu gosto. Pode detestar ou não, está ao seu critério.
Porém, sinto-me vitoriosa! Trezentas palavras certinhas, nem mais nem menos!
5 de Outubro de 2011
Para a estimada Professora que tanto gostei de rever hoje.
Sono.
Olhou à sua volta e só encontrou luas cheias e efervescentes. Umas com uma subtil luminosidade e outras radiantemente energéticas. Fechou os olhos e imaginou-se altivo no meio do negro coloidal. Reabriu os olhos e pasmado viu apenas uma lua. Já nem sequer estava cheia.
Encontrou-a distante e fragmentada, escondida sob o cortinado, tal unha roída cuspida e abandonada pelo céu. Aturdido com a luz made by humans repentina, branca e incandescente, esfregou os olhos e coçou os restos de remela, já rígidos, olhou de relance para o relógio, da cabeceira, com ponteiros fluorescentes. Piscou vagarosamente as pálpebras e voltou a contemplar o relógio.
Encontrou-a distante e fragmentada, escondida sob o cortinado, tal unha roída cuspida e abandonada pelo céu. Aturdido com a luz made by humans repentina, branca e incandescente, esfregou os olhos e coçou os restos de remela, já rígidos, olhou de relance para o relógio, da cabeceira, com ponteiros fluorescentes. Piscou vagarosamente as pálpebras e voltou a contemplar o relógio.
E, assim, fechou de novo os olhos, penetrando em mais um poço profundo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Mini-Colapso.
Dor. Dor de cabeça.
Eis Dimetilaminofenildimetilpirazolona.
Com 34L, vem a tal aclamada sujeita da tal quinta maior palavra "tuga".
Milagre para uns, depravada para outros, sem efeito para alguns.
Acolhida ativamente no Paracetamol, 20 mg em supositórios suspiros tem feito.
Hurra! No more headaches. Let's go to the party.
Eis Dimetilaminofenildimetilpirazolona.
Com 34L, vem a tal aclamada sujeita da tal quinta maior palavra "tuga".
Milagre para uns, depravada para outros, sem efeito para alguns.
Acolhida ativamente no Paracetamol, 20 mg em supositórios suspiros tem feito.
Hurra! No more headaches. Let's go to the party.
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